Homem com mão no rosto
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Fracassem rápido, diz Philip Kotler, guru do marketing

Philip Kotler dá aula para alunos do MBA da HSM Educação e faz o elogio da mentalidade de apoio à inovação do Vale do Silício

Gigante da reflexão sobre o marketing, o americano Philip Kotler causa excitação por onde passa. O motivo básico é que boa parte dos executivos quer ouvir in loco a opinião do autor dos livros nos quais aprenderam os conceitos básicos do marketing – muitos deles criados ou pelo menos sistematizados por Kotler.

Em São Paulo, onde o guru esteve a convite da HSM Educação em 2012, não foi diferente. Com direito a suspense e versões conflitantes. Kotler, de 81 anos, está ou não cansado, dará ou não entrevistas? Felizmente, o que se viu foi o papa do marketing em plena forma. Kotler falou por meia hora e depois respondeu a perguntas de alunos do MBA da HSM. Conseguiu ser mais provocativo do que nas primeiras visitas ao Brasil, no começo dos anos 90.

Quando falou da necessidade de inovação, por exemplo, Kotler fez o elogio do fracasso, da mentalidade do Vale do Silício de que iniciativas inovadoras precisam de apoio mesmo que não deem resultado imediato. “Agora, o lema de muitas grandes empresas para os funcionários é ‘Fracassem, e fracassem rápido.’” Veja a seguir trechos da palestra:



A estratégia está morta?
Kotler abriu falando sobre Lovemarks, livro de Kevin Roberts, principal executivo da Saatchi & Saatchi, peso pesado do marketing e da publicidade mundial. O ponto básico de Roberts: estratégia, administração e marketing estão mortos. “Ele é um cara de propaganda, então tem a tendência a exagerar para atrair atenção que é da natureza da propaganda. Por que a estratégia está morta? A resposta dele é que o mundo é tão incerto que você não tem como planejar. Não acho que seja exatamente assim, mas lembrem-se: dias atrás não sabíamos se a Grécia iria para a direita ou esquerda. Se os gregos tivessem ido para a esquerda , provavelmente a Europa estaria pegando fogo.”

Administradores demais? “Quando Roberts diz que a administração está morta, isso deve ser assustador para vocês, que estão sendo treinados para serem melhores administradores. Acho que o que ele quis dizer – Roberts nunca explicou – é que o conceito velho da companhia como uma operação militar morreu, que é o do executivo principal como um general, seguido por coronéis e tenentes. Será que precisamos de tantos administradores no negócio? Em algumas companhias agora não há tantos administradores, todo mundo sabe o que precisa fazer. Uma vez que conversem e definam objetivos, as pessoas não precisam do middle management. Muitas companhias estão se tornando planas de alguma forma, porque a ideia da hierarquia top down está ultrapassada.”

Marketing de precisão. “Deixem-me falar sobre o insulto de que o marketing morreu (risos). Acho que isso se aplica ao velho modelo no qual você usa ferramentas tradicionais, rádio, TV e mídia impressa para alcançar o consumidor. Exceto pela Coca-Cola e algumas poucas outras empresas, o marketing de massa está morto. Você tem de ser bom no que chamo de micromarketing. Com a internet, cada um de nós tem um padrão pessoal de consumo de mídia. Em vez de desperdiçar dinheiro no marketing de massa, o melhor é que eu conheça os hábitos de consumo de mídia do meu público. Estamos nos movendo para o mundo do marketing de precisão.”

Inovação. “Estamos num mundo hipercompetitivo, no qual você precisa construir duas coisas: um excelente sistema de defesa e um plano de ataque. Você tem de ser muito bom na defesa do core da empresa, do seu negócio principal, e ser bom no ataque, na inovação. Ninguém vai achar muito excitante um executivo que se limita a defender seu negócio, você não vai ser recompensado por isso. Precisa ter um plano de crescimento. E toda fatia de mercado que você ganha vem de outra empresa. Então, não basta fazer inovação ocasional. Tem de fazer inovação contínua.”

Fail is beautiful. “Esteja preparado para o fracasso se você vai realmente se dedicar à inovação e não penalize quem falha. Normalmente as empresas penalizam quem não consegue atingir um determinado objetivo. Agora, o lema de muitas grandes empresas para seus funcionários é ‘Fracassem, e fracassem rápido.’ A tese é de que, se em uma em dez vezes o objetivo for atingido, isso vai cobrir todo o custo.”

Canibalização. Vejam o caso da Kodak, aquele fabricante da caixinha amarela que tinha um negócio chamado filme dentro. Por que ela não virou a Apple?Porque tinha muito investido no velho negócio. Esse é o perigo. Estar em uma companhia que já construiu uma estrutura para atender seu público e não quer abrir mão dela. E aí alguém numa garagem, um Steve Jobs, cria algo que é melhor do que o seu sistema. É a destruição inovadora, quando uma tecnologia melhor aparece. Você precisa antecipar o que essa tecnologia vai fazer e tomar o grande passo de canibalizar antes seu próprio negócio. O problema é que nenhuma companhia quer fazer isso.”

Foto Philip Kotler
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Palestra de Marketing com Kotler na HSM ExpoManagement 2013

Palestra completa de Philip Kotler realizada na HSM ExpoManagement 2013, dia 06/11/2013. Aprimore mais seus conhecimentos de marketing com o maior nome do Marketing Moderno.

Carrinho de Compras
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Mitos do marketing digital

O mercado digital está em constante valorização e a tendência é só de crescimento. Todos os dias novos aplicativos, mais ferramentas, cada vez mais pessoas se juntando à rede, aprendendo, usando mais em seu dia a dia (ou ficando dependentes). Todo esse crescimento também atrai todo tipo de profissional e empresa.

É ótimo pensar o marketing na internet e ter objetivos sérios: os resultados serão colhidos com planejamento e um bom trabalho. O problema é que o mercado foi tomado com promessas milagrosas por parte de quem não entende do assunto (ou preços baratos demais pelo desespero) causando ruídos na comunicação como um todo. Então de um lado tem empresa que acha que marketing digital é milagre e vai salvar sua empresa do buraco de um dia pro outro, enquanto do outro tem gente achando que qualquer um pode fazer esse trabalho, de graça. Ensinar, educar o mercado, faz parte do trabalho dos profissionais sérios.

Veja alguns mitos que toda essa confusão criou.

 – SEO Milagroso

Search Engine Optiomization executado da melhor forma possível não vai levar nenhum site ao primeiro lugar em três meses. É possível se posicionar melhor, é possível rankear bem um site, aparecer na busca, fazer o site ser encontrado pelos consumidores que estão buscando. Mas não é possível de repente “vencer o Google” e “manjar tudo de Link Building” para ficar no topo antes dos concorrentes. O melhor trabalho de SEO é sem práticas de Black hat (as tais artimanhas que tem grandes chances de provocar uma punição do site pelo Google), com planejamento do posicionamento de mercado da marca, estudo de palavras-chave e a longo prazo, sem promessas mirabolantes.

 – Mídia Social é facinho, só ficar na internet que faz

Abrir uma conta em uma rede social é fácil. Postar um gatinho comemorando a chegada da sexta-feira também. Não significa que isso traga retorno de fato para a marca. E até mesmo isso demanda tempo, o que já mostra que as coisas não são exatamente de graça.

Se uma empresa só posta coisinhas fofas, sem estratégia, sem planejamento de conteúdo, sem objetivo, está só “postando, de graça”, pra nada.

Ganhar audiência, engajar pessoas, criar relacionamento capaz de impulsionar acessos ao site e conversões, demanda dedicação e tempo. Contrate uma agência ou um profissional para esse trabalho e verá que o retorno será muito maior que o custo.

 – Quem investe em marketing não precisa investir em Marketing Digital

Desnecessário argumentar a importância de investir nos canais digitais com a atual configuração do mundo. O que muda mesmo são os canais onde cada público está e a forma de conversar, que alteram completamente o planejamento de uma estratégia. Online e Offline já estão sem fronteiras, o melhor é integrar estratégias para um resultado completo. Depende do negócio o quanto vale a pena investir em cada um.

Marketing é um processo que envolve produto, preço, público, estratégias de comunicação, posicionamento, entre outros. Tudo isso precisa ser analisado na hora de montar qualquer estratégia, seja SEO, Links Patrocinados ou Marketing de Conteúdo. Isso envolve a qualidade do site, o suporte ao produto, o público, etc.

 – (Link Patrocinado) Se eu já pago para o Google, porque tenho que pagar para empresa?

Anunciar no Google não tem taxa, só se paga pelo clique. Já o planejamento de uma campanha, meu amigo, custa todo o dinheiro que foi colocado ali (que pode ser perdido sem uma estratégia e uma boa campanha) mais o tempo do profissional que criou isso, fora a experiência e conhecimento dessa pessoa. De graça?

Isso sem falar no tempo em que a campanha estará no ar e será monitorada para otimizar a verba e trazer resultados.

 – Minha empresa só precisa ter um site

Ter um site é só o começo. O site é somente um canal que a empresa disponibiliza caso os consumidores a procurem. Mas e para o consumidor achar? SEO. E para comprar? Links Patrocinados. E para fidelizar? Marketing de Conteúdo. Uma estratégia global na internet pode trazer muito mais clientes a um baixo investimento (comparado com o retorno). Um site parado não vai servir para muita coisa.

O mais interessante da web é que tudo é possível de medir. Dá pra saber exatamente de onde vieram seus leitores, quanto tempo ficaram no site, onde se detiveram, o que buscavam… E investir ainda mais nisso. Diferente daquele outdoor bonitão encima de um prédio né? Não dá para saber quem olhou, quem te procurou por causa daquilo…

 – Vamos fazer só isso agora e o resto vou implementado com o tempo

Ninguém precisa fazer tudo de cara e nem todo mundo tem orçamento para isso. Em Marketing Digital, é preciso pensar antes o que se vai fazer no futuro. Por exemplo: sites em flash podem ser lindos visualmente, mas são terríveis do ponto de vista de SEO, porque o Google não lê. O Google não lê bem o seu site, não vai ser achado, só.  Então tem que fazer um site pensando nisso desde o começo. Aí pode sim, implementar mais estratégias depois.

Outro exemplo: fazer só um layout bonito e não ter espaço para alimentar o site com conteúdo. Quando as pessoas chegam em um site, elas querem informação. Elas vieram saber alguma coisa. Isso sem falar, de novo, em SEO: conteúdo relevante é o que mais vem sendo privilegiado pelo Google.

 – Precisamos de (o que quer que esteja na moda)

Página no Facebook, aplicativo mobile, perfil no Instagram, qualquer cosia que esteja super comentada no momento e esteja dando certo para alguém. Nem sempre aquilo é para sua empresa. É preciso estar online, mas planejar direitinho onde investir para obter o melhor resultado. Isso vai depender dos objetivos da empresa, do tipo de produto (rende imagens bonitas?), de onde o público está, etc.

 – Marketing é igual propaganda

Fazer marketing não é só divulgar o produto para as pessoas e esperar que elas comprem. Isso ficou no século passado: marketing hoje é conversar, criar relacionamento, é oferecer alguma coisa para as pessoas.

Propaganda pode gerar visibilidade para a empresa e também é uma estratégia, mas só mais uma dentro do escopo do marketing.

Há muitas ações e um planejamento possível de acordo com o público e negócio. Quanto mais estruturar estratégias pensadas para os objetivos da empresa, melhor o resultado, independente do orçamento, porque este será bem aplicado.

Digitando
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Produção de Conteúdo

A produção de conteúdo associada a uma empresa pode transformar a imagem que o público possui de uma marca. Através da produção de conteúdo, é possível construir um novo posicionamento para uma empresa que já existe ou para a que está começando. É a chance de demonstrar autoridade sobre o ramo de atuação.

Com as atualizações constantes do Google em busca de conteúdos relevantes e rejeição a sites com palavras-chave repetidas, erros gramaticais e conteúdos copiados e pouco atualizados, sai na frente na busca orgânica (gratuita) quem tiver o melhor conteúdo. Para estar no topo das buscas, é preciso fazer conteúdo de qualidade.

Pare de pensar no Google e pense em seus consumidores: o que eles estão procurando quando digitam palavras que tem a ver com seu ramo de atuação.

O que elas desejam?

Quando as pessoas acessam um site – e chegam ao site da sua empresa – elas buscam informação, ou seja, conteúdo.

E com tantos canais – site, hotsite, blogs, mídias sociais, e-mail marketing, mobile, etc. – um bom conteúdo só é possível com planejamento. Cada texto, vídeo, imagem, deve ser planejado para o canal específico e público que o acessa.

A melhor regra é a da qualidade do conteúdo, para que ele possa agradar as pessoas e ser compartilhado, transformando a empresa em uma referência para seus clientes e potenciais. Os conteúdos originais são compartilhados, por isso a produção de conteúdo próprio é tão importante.

Dentro desse trabalho, está incluída a gestão do conteúdo que será associado à imagem da empresa, por isso, cuide para que bons profissionais estejam à frente de sua marca.

Novo Marketing
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Lições de Philip Kotler para o novo marketing

Philip Kotler esteve em São Paulo nesta segunda-feira (1) para palestrar no seminário “The Best Of Philip Kotler” sobre os novos desafios do marketing e os caminhos que devem ser trilhados pelas empresas. Uma das autoridades mais respeitadas na área em todo o mundo, Kotler é conhecido mundialmente como “o Papa do Marketing” e um profissional muito à frente de seu tempo. Confira algumas dicas do professor para o marketing do século XXI:

Philip Kotler

Aposte nas novas mídias e aumente sua presença online

Para Philip Kotler, é inaceitável que uma empresa não tenha presença online. Mas, além disso, é preciso fazer com que todas as mídias (online e off-line) tenham sinergia.

Fique atento ao mobile

Com os smartphones e o crescimento vertiginoso da internet móvel, as pessoas possuem acesso a informação a qualquer momento, tudo na palma da mão e “tomando decisões de compra baseadas” naquilo que pesquisam na hora.

“Os consumidores agora estão no poder, eles sabem muito mais do que você mesmo como companhia… Antigamente, a única coisa que você sabia sobre uma empresa era o que ela te dizia naquele comercial de 30 segundos”

Leia mais sobre isso:

Sua marca precisa tocar o espírito das pessoas

No marketing 1.0, uma propaganda tradicional busca convencer que aquele produto é ideal para suas necessidades (algo que não funciona tão bem atualmente, com devido à enorme concorrência). Já o Marketing 2.0 engaja o consumidor e busca um relacionamento duradouro (quase que como um namoro). “No 2.0 você não compra mais pelo que sua mente diz, mas por sua emoção”, explica Kotler analisando também que o futuro será das empresas que aderirem ao “Marketing 3.0”.

“Pense no consumidor não em termos de alguém que vai comprar seu produto, mas alguém que deseja que o mundo seja um lugar bom para viver. O que você está fazendo para mostrar a ele que se importa?”

Mas como “tocar seus espíritos” e, ao mesmo tempo, causar boa impressão quando essa pessoa procurar informações sobre sua marca? Kotler diz para criar uma boa história, ressaltando os motivos que fazem do seu produto melhor que os da concorrência, citando como exemplo a marca de frangos norte-americana “Perdue Chicken”. Todos compram a marca porque o fundador (Frank Perdue) tratava as aves de maneira diferente, sem processos maléficos, deixando a carne do frango mais macia.

“Há uma história com a marca, uma história que te toca enquanto os competidores estão apenas dizendo ‘nós vendemos frango’”

Com o marketing contemporâneo, criar uma relação com o consumidor deve ser mais importante do que apenas vender, pensando sempre em uma forma de que sua marca e o consumidor cresçam juntos.

“Nos dias de hoje apenas vender é estupidez. Seu trabalho não é produzir uma venda, mas criar posse do consumidor… Mudamos do marketing de transação para o marketing de relacionamento… Mais e mais empresas estão focando em fazer mais pelo consumidor”

A maioria das empresas constroem suas relações comerciais baseadas apenas em vender o que o consumidor precisa, “mas há companhias que vendem, por um preço alto, algo que pode ser encontrado em qualquer lugar. E se dão bem”. Para explicar essa tendência, Kotler citou o Starbucks.

“Eles vendem café caro e são bem-sucedidos no Brasil, um dos países com maior produção mundial do grão. Isso é possível com a construção de uma marca. O Starbucks é a segunda casa dos clientes. Lá, tem internet, é confortável. As pessoas gostam disso. Empresários precisam pensar em algo semelhante na hora de promover seus negócios.”

Valorize o design

Philip Kotler diz que o design de um produto é tão – ou mais – importante que o nome da empresa em si e citou como exemplo a Harley-Davidson. Ele revelou que sua esposa queria uma moto da marca apenas para colocar na sala de estar de sua casa como objeto de decoração. E completou dizendo que a marca cria um universo em torno da marca, com relógios, jaquetas e até barbas para quem quiser incorporar o um “estilo de vida”.

Marketing B2B também é marketing

Segundo o professor, o marketing B2B e a prestação de serviços são áreas negligenciadas pela maioria dos profissionais do mercado e cita o case “Intel Inside” como exemplo. Com essa campanha, a multinacional de tecnologia praticamente obriga os fabricantes a colocarem seus chips em computadores, tablets e smartphones, apenas ressaltando o selo junto de seus produtos como se fosse um ingrediente mágico.

“Só falamos de produtos físicos… Queria que nossos estudantes tivessem mais excitação sobre o mundo B2B”

Qualquer produto “invisível” que buscasse uma campanha mais agressiva poderia virar uma nova Intel. Outro exemplo citado por Kotler foi o carro, com suas centenas de peças e cada uma delas feita por empresas diferentes.

Lojas físicas terão de repensar sua razão de ser

Se você possui uma loja física, é preciso alinhar sua logística num processo de produção que envolva compras online. Não significa que elas vão desaparecer, mas que precisam achar uma razão mais convincente para existir. Philip Kotler cita as lojas Ikea como exemplo, dizendo que podemos perder um dia todo numa daquelas lojas.

“Minha esposa não compra de lojas físicas, ela acha mais fácil comprar online… Uma alternativa é transformar as lojas numa experiência”

Obedeça ao funil de vendas

Philip Kotler diz que um funil de vendas perfeito possui seis etapas (prospectar os clientes, entender as necessidades do público-alvo, desenvolver soluções, fazer a proposta, negociar os contratos e fechar a venda, respectivamente) e afirma que as três primeiras deveriam ser feitas pelo marketing, enquanto outras três são feitas pelo departamento de vendas, desde que a empresa tenha esses profissionais. Assim, cada passo é tomado por quem sabe o que está fazendo.

Funil de Vendas segundo Philip Kotler

“O marketing é responsável pela criatividade e pelas estratégias apropriadas para chegar ao cliente, enquanto a execução fica com o pessoal de vendas.”

Além disso, em empresa que contam com a área de marketing, é papel desse profissional ser um representante dos clientes, visto que “uma decisão que não contempla a satisfação do consumidor tem tudo para ser equivocada”.

“A Apple, por exemplo, deixa uma cadeira vazia nas reuniões de diretores. Ela representa, simbolicamente, o consumidor. Pergunte a um applemaníaco sobre os pontos positivos da empresa. Ele provavelmente vai falar do cuidado da empresa em ser uma amiga dos clientes”

Valorize o ócio de um profissional de marketing

“Planejamento estratégico é importante, mas não deve se sobrepor ao processo criativo…. O marketeiro precisa de tempo para pensar e conceber as melhores ideias.”

O MKT deve ter uma relação com todos os departamentos

Para que o marketing se integre a todos os departamentos da empresa, deve-se apresentar e defender o que é feito pelo setor. Todos devem entender que o investimento em estratégias de marketing não é um desperdício.

“O marketing não pode ser visto apenas como um setor. Na verdade, esse setor deve funcionar como uma força de papel decisivo para o sucesso de um negócio… Seja amigo de todos. Almoce com o pessoal do financeiro, que toma conta do dinheiro e deve enxergar seu trabalho com mais ressalvas. Explique suas atividades e mostre sua importância”

CONCLUSÃO

Segundo Philip Kotler, o objetivo das empresas é (e sempre será) satisfazer seus clientes, mas que os meios de se buscar isso estão em constante aprimoramento. Nos últimos anos, as mídias sociais e o Marketing 2.0 abriram uma infinidade de possibilidades para alavancar o alcance das ações, bastando apenas que os profissionais saibam explorá-las da melhor forma, sempre com o foco nas pessoas, em gerar soluções para elas.

“Se eu começasse hoje, como entramos na Era Digital, iria me dedicar as Mídias Digitais.”

Além disso, “o Papa do Marketing” nos ensina a sempre testar as novas ferramentas, nos adaptar aos novos cenários, a sermos sociais, sociáveis e proativos. Philip Kotler é um entusiasta! Um louco que, como poucos, desconhecem o significado da expressão “Zona de Conforto” e que dedicam suas vidas a sempre explorar novas possibilidades.

relacionamento
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As regras de namoro valem para o Marketing Digital

O jogo do namoro entre empresas e marketing mudou um pouco nos últimos tempos. E nos últimos anos, começou o jogo do namoro online, não em relacionamentos online, mas na forma como os profissionais de marketing interage com o seu público potencial.

Pensando em psicologia do consumidor online, não há um padrão interessante e característico para reconhecer quando se trata de reconhecer novos visitantes e mantê-los interessados em seus sites, produtos ou serviços, por isso a analogia com o jogo do namoro. Por esse motivo, abaixo estão algumas regras que se aplicam ao marketing quando se trata de cortejar audiências.

 – Primeira impressão

Assim como no namoro e paquera, os primeiros momentos são os mais importantes – e decisivos – para construir uma imagem dentro de nossas cabeças. Na paquera isso significa usar as palavras certas e se dermos a impressão errada a pessoa nunca vai perder essa imagem.

Com o marketing digital não é diferente. A primeira impressão do site é o que faz o usuário decidir se fica ou não para olhar melhor. É ainda mais importante que na vida real, porque não se pode fazer as pazes. Em poucos segundos o visitante escapa de seus olhos e decide se não está confortável em um site, encontrando o “amor” em outro lugar.

Para fazer uma boa primeira impressão as páginas de destino têm que estar em ordem, ou seja, mostrar claramente para o visitante o que ele pode encontrar no site. A primeira tarefa do seu site é responder à pergunta que o usuário buscou ao chegar nele. Isso significa não que se o site não responder a pergunta, for muito poluído, não oferecer nada ao usuário, ele vai embora.

 – Compreenda sua motivação

Sabe aqueles namoros em que se está a procura de um amor eterno e outro apenas curtindo? No namoro é bom saber quais são as motivações do outro. O mesmo acontece quando se trata de marcas. Compreender o público é vital, especialmente se você quiser fazer essa boa primeira impressão.

Um site, ou qualquer canal de comunicação digital, não deve ser preenchido com informações que o visitante não está interessado. Comece conhecendo seu público.

 – Pare de ficar falando sobre você

Lembre-se de encontros horríveis em que você dividiu jantares e bebidas com pessoas que simplesmente não sabiam parar de falar de si mesmas. O que acontece se você estiver em uma festa com uma pessoa assim? Você não fica somente entediado da pessoa não estar interessada em você e falar somente sobre sua própria vida, como passa a desconfiar dela.

Você não acredita na história que ela está contando sobre sua vida. É bom demais para ser verdade. Deve ser uma mentira e geralmente é.

As marcas, em muitos casos, tem o mesmo discurso. Em seu site ou mídias sociais apenas falam de si o tempo todo. Como seus produtos são, quão bons são seus clientes e porque você o visitante deve comprar seus produtos. O fato de falar sobre os produtos não é o problema, mas elogiar os produtos e especialmente, com tanta frequência. Pesquisas mostram que quanto mais a marca fala sobre seu produto e quanto mais o elogia, menos as pessoas são propensas a confiar na mensagem.

 – Pensando nisso, o quê finalmente você diria?

Qual deveria ser a sua posição como marca se você não pode falar sobre si mesmo em seus próprios canais? É realmente muito simples. Como no namoro, você não quer dizer nada sobre si mesmo, você quer mostrar um pouco.

Só não exagere. Certifique-se de destacar as partes importantes, mas ser modesto sobre as outras cosias. Deixe seus visitantes descobrirem por eles mesmos. Leve-os a clicar com base nos bits de informação, faça-os curiosos por mais, mas não entregue tudo, envolva-os em emoção, faça-os implorar por mais, em vez de entregar muito sobre você.

 – Seja bom com os amigos do seu namorado(a)

Por fim, a regra mais importante do namoro, tanto na vida real quanto no marketing: seja bom com os amigos do seu par. Ou de seu público-alvo. Porque amigos são a parte mais importante da vida de alguém.

Se você negligenciar os amigos do seu par e tentar mantê-lo longe deles, mais cedo ou mais tarde alguém vai reclamar. Talvez não seja o seu novo amor a se queixar, mas os amigos primeiro. E assim que os amigos começam a reclamar, o fim está próximo. Porque afinal, as pessoas confiam mais em seus amigos.

Então porque as marcas estão esquecendo de seus amigos? Apenas a minoria das marcas percebe que os amigos daquele para quem você quer vender são igualmente ou ainda mais importantes para o destino.

 – Como conquistar seus amigos

Então como conquistar os amigos do seu público-alvo? Essa é uma pergunta difícil para as marcas, pois estão centradas em vender produtos. E em vez disso, uma marca deve fazê-los felizes para que eles falem sobre ela de uma forma positiva. Assim, não fale de si mesmo. Tente descobrir o que os faz feliz e dê-lhes isso. Faça-os sentir confortáveis e eles estarão vendendo os produtos para você.

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Desenhe sua estratégia de conteúdo: aprenda a fazer um calendário editorial

Então 2014 começou e você decidiu que era a hora de fazer uma aposta séria em marketing por conteúdo e começar a trabalhar essa estratégia, ou começar a trabalhar para valer, preparando um planejamento real.

Afinal, depois de ouvir tanto essa expressão em 2013 – junto com “storytelling” – a marca quer pegar essa onda (e esses resultados). Investir esforços em marketing por conteúdo em 2014 tornou-se uma exigência para integrar redes sociais, campanhas offline e conteúdo de qualidade na busca pelo consumidor.

E antes de achar que marketing por conteúdo é mais do mesmo e é só um termo inventado por criativos que desejam formar uma hype, e que a empresa já faz isso nas mídias sociais, é melhor parar para analisar alguns recursos possíveis de planejamento – e ver que não é tão fácil assim. Conceda um tempo para sua equipe testar a estratégia e depois verifique o retorno, antes de deixar para lá.

Na essência de qualquer conversa, hangouts, podcasts, vídeos, redes sociais, postagens em blogs, tweets, chats, webinars, etc. está sempre o conteúdo. Por isso conteúdo de qualidade combinado com uma boa estratégia de distribuição é fundamental para que o processo funcione. E isso independe do setor da empresa, não importa se é B2B, ou o público-alvo com que trabalha.

Não é uma campanha, é uma estratégia integrada de longo prazo que objetiva conquistar e fidelizar consumidores através de conteúdo relevante.

É um erro, portanto, sair abrindo caminhos, cadastrando-se em todas as redes sociais e publicando aos quatro cantos qualquer tipo de conteúdo, que de repente, vai que, pode ser interessante para o pessoal dessa idade que faz parte do público da marca. Abrir conta do Twitter, Facebook, LinkedIn, Instagram, sem um planejamento para essas redes, é alcançar menos da metade do potencial de resultados.

É importante incluir o seguinte ponto em qualquer estratégia: alinhar conteúdo, perfis sociais e campanhas offline às metas de negócio. Desse ponto de partida saem os objetivos com o conteúdo e portanto:

– público-alvo (e preferências, personas, uma análise completa);

– canais a serem utilizados;

– estratégias de conteúdo: temas, distribuição, linguagem;

– métricas a serem monitoradas e analisadas.

Obviamente que essa é uma lista muito simplificada de uma estratégia de conteúdo completa, mas é um ponto de partida para quem quer começar a se estruturar de verdade.

Conhecer o público, para saber sobre o que esse interessa, quais problemas sua empresa pode ajudá-los a resolver, o que os inspira, não é opcional, é fundamental para qualquer estratégia. Mas não é tão simples quanto na publicidade – e até jornalismo – tradicional. É preciso ir mais fundo nessa análise, que vai permear a escolha dos temas a serem abordados. Quanto melhor a análise de público, melhor pode se estruturar a estratégia. Inclua nessa análise a possibilidade da empresa estar passando por um reposicionamento de marca ou expansão parta captar um novo público-alvo.

O próximo passo é definir os canais de distribuição: site, blog, quais mídias sociais, e ações serão adotadas de acordo com o público e objetivos. É importante nesse ponto escapar do senso comum de investir somente e de imediato nas redes sociais mais conhecidas, como Facebook e Twitter. Essas redes são mais famosas e possuem mais usuários, mas pode não ser o ideal para seu público e segmento de atuação. Existem muitas redes sociais para nichos específicos e pode ser vantajoso estar em uma delas conversando direto com o público interessado no seu tema. Mais chances de obter engajamento e visibilidade.

 CALENDÁRIO EDITORIAL

Planejar um calendário editorial é mais uma etapa que não pode faltar. Ajuda no planejamento geral, economiza tempo, prepara terreno para o futuro e garante que a estratégia esteja sendo executada.

Um calendário completo oferece:

– Controle das publicações e status de trabalho;

– Controle das responsabilidades da equipe;

– Torna possível centrar os temas na necessidade do público;

– Garante o foco nos objetivos estabelecidos no início;

– Prepara o longo prazo da estratégia;

– Desafoga o dia a dia e por isso possibilita mais tempo para preparação do conteúdo;

– Colabora na integração de todas as mídias;

– Colabora para definir as expectativas com relação ao público;

– Cria objetivos para cada ação, integrando ao todo;

– Agiliza a utilização dos recursos da empresa.

Calendariojpg

Faça seu próprio calendário.

Inclua numa planilha:

– Dias da semana em que publicará;

– Público-alvo foco daquele artigo/postagem/ação

– Título da postagem

– Detalhes da pauta

– Link de referência (se houver)

– Palavras-chave

-Categoria

– Finalidade do conteúdo (ciclo de compra)

– Multimídia (imagens, vídeos, gráficos, recursos incluídos)

– Pessoa da equipe responsável

– Prazo

Inclua nesse modelo detalhes de necessidades próprias das empresas e ações e melhore com o desenvolvimento do trabalho.

O próximo passo é publicar. E depois medir os resultados das publicações, assunto para outro post.

Você usa calendário editorial? Como você faz para planejar o conteúdo da empresa? Compartilhe com a gente.

Fonte: Marketing de Conteúdo

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Por que sua empresa PRECISA de um plano de marketing urgentemente?

Independentemente do tipo de negócio ou do tamanho da empresa, criar maneiras e estratégias para atrair clientes é o foco de qualquer empreendimento. O fundador da Ford, Heny Ford já disse: “Não é o empregador quem paga os salários, mas o cliente”.

Antes de mais nada, a empresa precisa oferecer produtos e serviços de qualidade. Posteriormente, a forma mais adequada para atrair e reter clientes ao seu negócio é por meio de um plano de marketing.
E os desafios de marketing para micro e pequenas empresas são ainda muito maiores, pois os valores para se gastar com esse quesito são limitados. Pensando nisso, a Internet é uma solução muito eficiente e econômica para micro e pequenas empresas

Há diversas formas de publicidade: anúncios em jornal, rádio, panfletos, PDV, email marketing, ads no google e em redes sociais. E qual a melhor a opção para sua empresa? Onde investir e não desperdiçar dinheiro ou perder alguma oportunidade? Para que você empreendedor consiga responder a todas essas questões, é imprescindível elaborar um Plano de Marketing. Além disso, o plano ajuda no desempenho do negócio, no controle de gastos e no relacionamento com os clientes.

Sabemos que há tantas responsabilidades e outras tarefas urgentes a se fazer na empresa. Mas, é importante dedicar um pouco de tempo para pensar e executar um Plano de Marketing.

O que é o Plano de Marketing?

No mundo atual globalizado onde as mudanças e evoluções ocorrem num piscar de olho, o empreendedor precisa estar atento e desenvolver um Plano de Marketing bem elaborado e definido para sair na frente dos seus concorrentes e apresentar vantagens e produtos ou serviços competitivos.

O Plano de Marketing é uma ferramenta gerencial estratégica que o empreendedor precisa utilizar para identificar as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades que o mercado oferece ao seu negócio. Depois, o empreendedor precisa entender como funciona o comportamento de compra do cliente e conhecer a concorrência do seu mercado de atuação. Com isso, você vai poder definir o posicionamento da empresa, traçar objetivos, metas e estratégias de marketing.

O papa do Marketing, Philip Kotler acredita que ao utilizar o plano de marketing, a empresa se tornar menos vulnerável às crises, que podem ser previstas antecipadamente. O plano de marketing conduz, informa e determina os próximos passos que o empreendedor precisa dar para melhor comercializar seus produtos ou serviços.

Planeje, planeje, planeje, planeje
Muitos empreendedores acreditam que ter feeling ou tino comercia é o suficiente para se ter sucesso nos negócios. No entanto, é preciso planejar e para isso:
Defina os 4P´s do Marketing – produto, preço, ponto e promoção. Esse é o ponto de partida de qualquer empresa para se ter sucesso.

Analise os pontos fracos e fortes da sua empresa em comparação com outros negócios que atuam no mesmo ramo;
Identifique ameaças e oportunidades que sua empresa possa ter em relação ao mercado e a concorrência;
Calcule quanto de capital você pode aplicar nas ações de comunicação e marketing. É importante ser criativo e trabalhar com ideias viáveis e ferramentas mais baratas como a Internet;

Construa a persona (perfil do consumidor). Não basta saber somente idade, gênero do seu público alvo, você precisa entender como seu cliente pensa, seus sonhos, desejos, seu perfil de consumo e seus medos.

Conheça sua concorrência, principalmente se o seu comércio é eletrônico, onde o mercado é mais acirrado. Pesquise como seus concorrentes atuam, de que formam eles se comportam com os clientes, que soluções estão oferecendo, entre outros.
Defina objetivos específicos. Quanto você quer aumentar de vendas? Quantos clientes você quer reter em determinado período. Com a definição dos objetivos, o empreendedor será capaz de escolher a ação e estratégica mais adequadas e certeiras para cumprir os objetivos traçados.

Acompanhe os resultados. Após determinar o período de cada ação, é importante monitorar os resultados e fazer alguma adequação ou atualização no plano, caso seja preciso.

Todos esses passos fazem parte de um Plano de Marketing. É importante executar com muita dedicação cada etapa. Isso vai fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu empreendimento.

O plano de marketing não é uma ferramenta milagrosa e não opera sozinho. Não há uma fórmula mágica, pois o mercado e o mundo estão em constantes mudanças e evolução. O plano de marketing é um guia para ajudar empreendedores a tomar decisões, estabelecer metas, visualizar o futuro, criar alternativas para solução de problemas que vão acontecer.

Os empreendedores precisam perceber a importância do plano de marketing, principalmente os de micro e pequenas empresas. Por meio desse planejamento, será possível conhecer mais profundamente e de forma mais direta o consumidor, detectar suas necessidades e mudanças de vontades e formular estratégias inteligentes e viáveis para atender o seu nicho de mercado.

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Passo a passo para criar as personas de seu negócio

Antes de começar qualquer negócio na internet, é fundamental determinar o público-alvo, pois será o ponto de partida para definir todas as estratégias de marketing e vendas.
A melhor forma de definir o seu público-alvo é criar uma persona, pois vai possibilitar o empreendedor a trabalhar com as necessidades, as dores, os desejos, sonhos das pessoas para oferecer as melhores soluções.

Mas o que é uma persona?
Persona é a personificação do cliente tradicional representado por um personagem que possui as características comuns de seus clientes.
Na persona é possível identificar características comuns como sexo, idade, ocupação, região, estado civil, até detalhes mais específicos como suas necessidades, dores, desejos, sonhos, as soluções que busca para determinado serviço ou produto e que maneira ela vai interagir com sua marca e suas estratégias de marketing.

A principal vantagem de criar uma ou mais personas é a possibilidade de tornar este processo mais humano e deixar mais claro as necessidades e os anseios do seu cliente. Com a persona, o empreendedor pode entender melhor o seu público-alvo, ver mais claramente os problemas que elas têm e de forma você pode criar soluções que vão impactá-las de forma inteligente e eficiente.

Para identificar de forma correta o público-alvo de qualquer empreendimento, é necessário internalizar os visitantes online que sua empresa está atraindo e humanizar o relacionamento, afinal quem procura por soluções, serviços e produtos de uma determinada empresa são pessoas reais.

Passo a passo para criar uma persona
1) Defina a quantidade de personas
O primeiro passo é definir a quantidade desses seres humanos serão necessários criar. Alguns negócios precisam apenas de uma persona, pois o nicho de mercado é mais restrito e eles precisam direcionar as estratégias de marketing, produtos e serviços para essas características.
Por outro lado, há outros negócios virtuais que tem a necessidade de criar mais personas, pois diferentes públicos precisam ser impactados.
O importante é ter equilíbrio na quantidade de personas a serem criadas e para isso é fundamental conhecer seu público. A ideia é desenvolver perfis suficientes para representar os potencias clientes de seus serviços ou produtos.

2) Estabeleça as características básicas
É preciso estabelecer as informações básicas: sexo, idade, nome. Pode parecer bobagem, mas essas características são fundamentais, pois homens e mulheres se comportam de maneiras diferentes; pessoas com faixas etárias distintas tem visões diferenciadas, pois cada geração tem características em comum.
Esse passo tem grande importância na criação de sua persona, portanto é importante ter todas as informações:
Nome;
Ocupação e outros dados profissionais;
Idade;
Gênero;
Localização urbana;
Educação
Filhos
Salário/renda familiar;
Hobbies, entre outros.

3) Entenda as necessidades das pessoas
Entender as necessidades da persona é fundamental para que você possa oferecer soluções adequadas. Nessa etapa é importante entender a persona como um todo, desde suas características básicas como as mais intrínsecas e de que forma o empreendedor vai lidar com isso.

4) Descubra as dores do seu público
O empreendedor precisa entender quais as dores que seu serviço ou produto pode solucionar. As dores não são físicas e sim do dia-a-dia como desconhecimento de certa ferramenta, falta de tempo ou qualquer outra que necessita de uma solução.
As dores são a base para entender as objeções, ou seja, as atitudes de resistência que o público-alvo possuem e que precisam ser quebradas com as soluções apresentadas e tornar o processo de vendas muito mais fácil.

5) Descubra as soluções que poderão ser oferecidas
O empreendedor não vende apenas serviços ou produtos, ele vende soluções. Ao criar a persona, é preciso entender que ela terá uma solução oferecida que poderá acabar com sua dor. Isso vai tornar o processo de vendas muito mais eficiente e fácil.

É importante ter em mente que as personas variam de negócio para negócio. Um conteúdo desenvolvido para uma empresa de cultura possui uma linguagem completamente diferente de uma saúde e alimentação.
Ao criar uma persona para entrar em um funil de compras, é fundamental levar em consideração para construir desde a estrutura de um site diferenciado até estratégias de marketing coerentes ao seu persona.

Uma das melhores fontes de informação é realizar pesquisas nas redes sociais da empresa como Twitter, Facebook, Instagram, LinkedIn, Pinterest. Todas essas redes sociais são excelentes ferramentas para encontrar potenciais clientes e para isso, crie perguntas relevantes que vão nortear a construção do perfil das suas personas.
Além disso, a pessoa mais indicada para conhecer seu cliente, é ele mesmo. Entrevistas e pesquisas são o caminho mais curto e certeiro para construir as personas.

Esses dois tipos de técnicas podem revelara muito sobre os clientes. O empreendedor vai poder se aprofundar nas respostas nos clientes e descobrir realmente como eles são e traçar um perfil da persona completo e correto.